quarta-feira, 23 de março de 2011
Itália, primeiras conquistas
Primeiras conquistas da viagem realizada pela comitiva do governador Eduardo Campos à Itália: firmado protocolo de intenções com a Universidade de Bolonha. O acordo prevê a possibilidade de cooperação técnica em três campos: formação profissional, intercâmbio científico e experiências em políticas públicas.
Além disso, ontem, firmamos uma parceria inédita entre o Governo do Estado, a montadora Fiat e o Politécnico de Turim que possibilitará a conclusão na Itália dos cursos de engenharia no caso de estudantes das universidades públicas pernambucanas.
O secretário do Governo, Maurício Rands, está conduzindo e dando apoio as reuniões com os empresários e universidades. Maurício cumpre o papel que lhe foi dado na pasta em questão: coordenar e articular novos investimentos e iniciativas ao estado de Pernambuco.
Além disso, ontem, firmamos uma parceria inédita entre o Governo do Estado, a montadora Fiat e o Politécnico de Turim que possibilitará a conclusão na Itália dos cursos de engenharia no caso de estudantes das universidades públicas pernambucanas.
O secretário do Governo, Maurício Rands, está conduzindo e dando apoio as reuniões com os empresários e universidades. Maurício cumpre o papel que lhe foi dado na pasta em questão: coordenar e articular novos investimentos e iniciativas ao estado de Pernambuco.
terça-feira, 22 de março de 2011
Começa hoje viagem empresarial pela Itália
O secretário do Governo, Maurício Rands, inicia hoje a sua maratona na missão empresarial de prospecção de novos investidores italianos. Integrando a comitiva do Governo do Estado, Maurício Rands manterá contato direto com grandes líderes empresariais de diversos segmentos. Roma e Milão serão palco das reuniões.
A viagem à Itália se dá logo após o reinício do programa Todos por Pernambuco, aberto na última quinta-feira no Sertão do São Francisco, em Petrolina. Lá, o secretário Maurício Rands também marcou presença e teve como papel acompanhar e dar apoio a encontros realizados em seis salas temáticas que debatiam temas como segurança, saúde, educação e desenvolvimento econômico.
A viagem à Itália se dá logo após o reinício do programa Todos por Pernambuco, aberto na última quinta-feira no Sertão do São Francisco, em Petrolina. Lá, o secretário Maurício Rands também marcou presença e teve como papel acompanhar e dar apoio a encontros realizados em seis salas temáticas que debatiam temas como segurança, saúde, educação e desenvolvimento econômico.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Posse de Luiz Fux, no STF
Participei agora há pouco do evento de posse do novo ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux. Foi a primeira e uma bela indicação da presidente Dilma Rousseff. Fux é um juiz qualificado, de mente avançada e luta pelos direitos humanos. Tem muito a acrescentar à Corte.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Reunião de monitoramento
Hoje, o secretário do Governo, Maurício Rands, participou de importante reunião de monitoramento com o governador Eduardo Campos. O evento aconteceu no Palácio do Campo das Princesas e ocorre com frequência. A exemplo de iniciativas bem sucedidas de entes privados, o Governo de Pernambuco criou o hábito de acompanhar as atividades de todo o seu quadro de secretarias por metas e objetivos traçados e planejados de acordo com um cronograma de execução. O modelo foi elogiado em todo o Brasil e já fez Eduardo Campos receber uma comenda por parte da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Maurício Rands no Carnaval Multicultural 2011
O secretário do Governo, Maurício Rands, marcou presença no evento de lançamento da grife Carnaval Multicultural 2011. A festa foi marcada pela participação de artistas, jornalistas, secretários e políticos. Os presentes vibraram bastante durante o desfile dos modelos na passarela improvisada ontem, na cobertura do shopping Paço Alfandega, Bairro do Recife.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Maurício Rands participa de entrevista na CBN

Após missão empresarial em São Paulo e no Rio de Janeiro, o secretário do Governo, Maurício Rands, dirigiu-se à Rádio Jornal/CBN, concedeu entrevista ao radialista Aldo Vilela. Rands destacou os resultados da viagem, falou sobre as diretrizes da nova pasta e repercutiu questões da política local, além de asseverar a importância da Reforma Política para esta legislatura.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Blog da Folha: Maurício Rands Secretário de Governo
Postado por Jairo Lima | Ter, 28 de Dezembro de 2010 15:33
| NOVO SECRETÁRIO | ||
| Maurício Rands espera contar com "estrutura favorável" na secretaria de Governo |
Arquivo Folha Rands reforçou que não pretende ser candidato a prefeito do Recife O deputado federal Maurício Rands (PT) assumirá a secretaria de Governo do Estado, conforme a lista anunciada pelo governador Eduardo Campos (PSB). O petista acredita que sua experiência congressista vai ajudar no desempenho de sua nova missão. "Espero contar com uma estrutura que favoreça meu trabalho. Sabemos que estrutura ajuda, mas também pode atrapalhar", disse Rands, em entrevista à Rádio Folha 96,7 Fm. Segundo o secretário, sua nova função vai colocá-lo mais próximo das articulações para atrair investimentos para Pernambuco. "Farei a intermediação junto à estrutura federal e aos bancos federais para sistematizar o relacionamento do Estado com a política da União. Precisamos de alguém com boa articulação para atrari investimentos não só nacionais, mas também internacionais para nosso Estado", avisou. Maurício Rands acredita que as três pastas que o PT terá dentro do segundo Governo Eduardo - além de Transportes, com Isaltino Nascimento; e Cultura, com Fernando Duarte - mostram a unidade entre petistas e o PSB. "É uma comprovação da força da nossa aliança, que serviu para reeleger o governador, que serviu para conquistarmos algumas prefeituras, como acontece no Recife", comentou. Ele insiste que "não é candidato a prefeito do Recife em 2012", apesar de sua pasta trazer uma maior visibilidade dentro da Capital e em todo Estado. "Nõ estou pensando em ambições pessoais", reforçou. Focando na Prefeitura do Recife e posterior sucessão de 2012, Rands projetou que o prefeito João da Costa (PT) deve ter uma melhor avaliação junto à população a partir de 2011. "Toda gestão passa por dificuldades nos seus dois primeiros anos. A Prefeitura ainda oscila muito e a população não conseguiu identificar algumas obras da administração atual, o que acredito que deve acontecer", avisou. |
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Comissão de Relações Exteriores devolve anistia política a 495 ex-militares da Aeronáutica
A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional aprovou hoje (01.12) o Projeto de Lei 7216/10, do deputado Maurício Rands (PT-PE), que devolve a condição de anistiado político a 495 ex-militares da Aeronáutica. Esses ex-militares tiveram o status de anistia revogado por ato de anulação (Portaria 594/04) do Ministro da Justiça, que determinou a revisão de alguns processos de anistia por entender que eles não preenchiam os requisitos da Lei 10.559/02.
Em 2002, a lei concedeu anistia para os militares prejudicados pelos efeitos da Portaria 1.104-GM3, de 1964, que foi editada para punir os cabos da Aeronáutica considerados subversivos durante o regime militar.
Em 2004, no entanto, o Ministério da Justiça revogou a anistia para aqueles que não tinham status de cabo na época em que a portaria foi editada. Na interpretação do ministério, a portaria não os atingiu como ato de exceção de natureza política.
O deputado Maurício Rands, no entanto, discorda dessa medida. "O que se busca corrigir com a proposição é o reconhecimento dos ex-militares como anistiados políticos, pois, mesmo tendo sido incorporados após a edição da portaria (1.104-GM3), eles tiveram seu tempo de serviço interrompido à luz de típico ato de exceção do governo militar da época", diz Rands.
Tramitação
O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Homenagem a Joaquim Nabuco
O deputado Maurício Rands presidiu (9/11) a sessão solene no plenário da Câmara dos Deputados, em homenagem pelos 100 anos da morte de Joaquim Nabuco, que contou com a presença de parlamentares de diversos partidos, do Dr. José Thomaz Nabuco Filho, neto de Joaquim Nabuco e da Sra. Sonia Freyre, filha do escritor e ex-deputado Gilberto Freyre.
Em seu discurso, Maurício Rands ressaltou a contribuição de Joaquim Nabuco nas letras, como escritor, e na política, pois foi Deputado Federal representando o povo de Pernambuco, quando a Câmara dos Deputados ainda era no Rio de Janeiro, entre 1879 e 1888.
“Já no seu primeiro ano como Parlamentar da Câmara dos Deputados do Império, o então Deputado Joaquim Nabuco proferiu um discurso seminal, mostrando a importância da Abolição. Para Nabuco, não bastava a Abolição formal da escravatura, era preciso destruir a obra da escravidão. Joaquim Nabuco tinha a compreensão de que a escravidão no Brasil era um sistema econômico, social e cultural que precisava superado para a construção da Nação e da cidadania. A percepção de Joaquim Nabuco era de que a cidadania no Brasil seria sempre incompleta enquanto os ex-escravos não fossem plenamente incorporados na vida nacional.
Joaquim Nabuco foi um reformador social, mais do que apenas um abolicionista. Em todos os seus pronunciamentos na Câmara dos Deputados, na memorável jornada abolicionista e, inclusive, no seu livro O Abolicionismo, de 1873, ele enfatizava esta questão: o que fazer depois da Abolição da Escravatura? Falava da importância de se desenvolver o trabalho livre no Brasil, da formação universal que a Nação precisaria dar aos ex-escravos, aos artistas, como ele chamava — talvez querendo se referir aos que chamaríamos de artífices, aos trabalhadores manuais.
Gilberto Freyre, que está aqui tão bem representado pela Sônia Freyre, minha prima, com quem tenho a honra de participar desta solenidade, talvez seja, entre os muitos estudiosos da vida e da obra de Joaquim Nabuco, aquele que captou e enfatizou bem a sua significação como reformador social.
Joaquim Nabuco, como escritor, político e o primeiro embaixador brasileiro nos Estados Unidos, em 1905, foi sempre um reformador social, sempre um estadista que compreendeu a história, compreendeu a responsabilidade histórica das gerações atuais.
Joaquim Nabuco, como escritor, político e o primeiro embaixador brasileiro nos Estados Unidos, em 1905, foi sempre um reformador social, sempre um estadista que compreendeu a história, compreendeu a responsabilidade histórica das gerações atuais.
Joaquim Nabuco, como escritor, político e o primeiro embaixador brasileiro nos Estados Unidos, em 1905, “foi sempre um reformador social, sempre um estadista que compreendeu a história, compreendeu a responsabilidade histórica das gerações atuais, mas que tinha um projeto de futuro para o Brasil, e esse projeto de futuro de passava pela Abolição, pela destruição da obra da escravidão. Portanto ele foi, sim, um precursor da reforma agrária. A crítica que ele veementemente fazia à concentração fundiária no Brasil já apontava, ao final do Império e início da República, para a importância de que, com a Abolição da Escravatura, o País passasse por uma reforma que combatesse o monopólio da terra.
Por todos esses fatores, Joaquim Nabuco é muito mais do que um homem de Estado; ele é também, como bem acentua Gilberto Freyre nas duas introduções que faz ao Minha Formação, de autoria do nosso homenageado, um dos precursores da construção da Nação brasileira.
Joaquim Nabuco é, ainda hoje, muito atual, porque mostra que a ação política, a ação de Estado não pode prescindir do estudo de problemas nacionais, da consciência da história da Nação e da elaboração de um projeto de futuro para o País.
Por tudo isso, para nós, Deputados Federais, e para nós, pernambucanos — Sônia e Nabuco estão presentes nesta Mesa — , é uma honra muito grande participarmos desta sessão solene em que reverenciamos a obra de um dos construtores do Brasil.
Ontem, em conversa com o ex-Presidente Aldo Rebelo, que, em 2008, fez editar pela Câmara dos Deputados um opúsculo com uma primeira galeria dos construtores do Brasil, cobrei-lhe o fato de ali não constar Joaquim Nabuco, que seguramente está dentre os que ajudaram a construir o grande País que hoje somos.
A Câmara dos Deputados, ao fazer esta sessão solene, ao ter criado uma comissão para celebrar o Ano Nacional Joaquim Nabuco, está, num certo sentido, avançando naquele projeto iniciado pelo então PresidenteAldo Rebelo, ao definitivamente inscrever Joaquim Nabuco na galeria dos heróis nacionais, não só por ele ter participado do, até então, maior movimento social da história do Brasil, que foi a Abolição da Escravatura, mas por ter sido um verdadeiro construtor da Nação e da cidadania no País.
As minhas homenagens de conterrâneo, de recifense a ele, que nasceu no dia 17 de agosto de 1849, lá na Rua da Imperatriz, onde eu e, com certeza, o Senador Cristovam Buarque muitas vezes caminhamos. Então, na Rua da Imperatriz, em 1849, nascia o grande brasileiro que hoje nós estamos a reverenciar.”
Aos 8 anos de idade, Joaquim Nabuco presenciou o desespero de um escravo de um engenho vizinho. O escravo lhe pediu que interviesse perante a Dona Ana Rosa para que ela o adquirisse, a fim de que ele ficasse subtraído do tratamento cruel a que era submetido. Joaquim Nabuco cita aquele episódio como um marco.
Por detrás daquelas relações até familiares a que ele estava acostumado, no Engenho Massangana, existia o lado cruel da escravidão, que levou para Joaquim Nabuco, em toda a sua vida, o compromisso de superação.
Um outro episódio que eu quero lembrar — esse é bem realçado pelo nosso Gilberto Freyre — é o episódio de Jararaca. Alguns intérpretes da vida e da obra de Joaquim Nabuco enfatizam o Joaquim Nabuco da diplomacia, do plenário da Câmara dos Deputados, do jornal A Reforma, até chamando-o de dândi, mas não salientam, na devida proporção, que seu compromisso com a abolição era, em última instância, seu compromisso — liberal que era — com a igualdade das pessoas.
Junto com José Mariano, nas campanhas abolicionistas, nas reeleições que disputou em Pernambuco, Joaquim Nabuco enfrentou a violência brutal dos senhores escravocratas. Participou de comício em que frequentador daquele evento foi assassinado pela força da violência dos que se opunham à campanha abolicionista.
Ao lado de Joaquim Nabuco havia sempre esse outro bravo pernambucano: José Mariano, que também foi Deputado Federal abolicionista nesta Casa. Havia também outros bravos abolicionistas, a exemplo de André Rebouças, que reputa em minha formação como um dos principais articuladores do movimento abolicionista.
Naquelas campanhas, Joaquim Nabuco conheceu de perto o sofrimento do povo pernambucano, do povo brasileiro. Ele se confraternizou, sentiu a dor dos oprimidos.
Quero realçar a confraternização de Joaquim Nabuco, que era também de José Mariano, no episódio Jararaca. Apesar do nome, Jararaca era cordato, um pai de família, morador de um bairro popular na minha cidade do Recife, no Bairro de Afogados.
Na campanha para Deputado Federal, Joaquim Nabuco foi à casa de Jararaca e testemunhou a pobreza de um trabalhador livre, a falta de políticas do Estado brasileiro para que mesmo os que já eram livres pudessem ter a liberdade real, condições de vida, de educação e de trabalho que o fizessem cidadão pleno.
Ficou compungido com a pobreza, com o drama da família de Jararaca. Joaquim Nabuco ouviu Jararaca dizer que gostaria muito de votar nele, porque admirava muito a sua paixão e seu compromisso com a causa da emancipação. Jararaca disse que não poderia votar em Joaquim Nabuco porque, no emprego que ocupava, o chefe o tinha obrigado a votar no partido conservador e já tinha lhe dado a cédula marcada para não fugisse do compromisso de votar com os conservadores.
Jararaca disse também que, se ele conseguisse um pronunciamento que fosse, ainda que pelo telégrafo de Floriano Peixoto, a quem ele muito admirava pelo papel na Guerra do Paraguai, em 1865, ele estaria disposto a perder o emprego para votar em Joaquim Nabuco e cumprir aquilo que gostaria: votar num deputado abolicionista.
Aquela reflexão que Joaquim Nabuco fez, ao dizer a Jararaca que preferia que ele não votasse na sua candidatura, é também um testemunho do sentimento de solidariedade que tinha não só com os escravos, mas com os trabalhadores livres que viviam em miséria. Aquilo ajudou, no seu pensamento e na sua ação política, que ele se preocupasse com a pós-emancipação. Daí por que a sua luta muito firme pela universalização da educação, pelo desenvolvimento de programas de qualificação, que deveriam ser, na sua visão, oferecidos aos escravos que viessem a ser emancipados por aquele belíssimo movimento social. Daí por que a sua ênfase na reestruturação fundiária. Ele percebia que o latifúndio e a monocultura geravam a desigualdade, sem a qual a Nação e a cidadania jamais poderiam frutificar.
Por isso tem toda razão o Senador Cristovam Buarque ao enfatizar a atualidade da vida e da obra de Joaquim Nabuco, ao realçar que nós aqui estamos porque ainda não realizamos plenamente a emancipação do povo brasileiro. Senador Cristovam Buarque, nós estamos integrados nesse projeto de mudança, de ênfase no social, que está em curso no Brasil. Nós somos tributários do pensamento, do sentimento, dos crescimentos e da obra de Joaquim Nabuco. Temos, em comunhão com ele, o mesmo compromisso. Temos aquela mesma capacidade de empatia, que nada mais é do que a capacidade de sentir aquilo que outras pessoas sentem.
Nós, representantes do pensamento progressista nesta Casa, somos tributários de Joaquim Nabuco. Temos com ele a comunhão da profunda solidariedade aos excluídos, aqueles que ainda têm uma cidadania pela metade. Por isso fazemos da nossa ação política um testemunho teórico e prático da necessidade de acelerar as transformações em nosso País.
Esta manhã, que vai entrar pela tarde, de homenagem a Joaquim Nabuco é também o momento em que a Câmara dos Deputados, o Congresso Nacional, a família de Joaquim Nabuco, a família de Gilberto Freyre, a Fundação Álvares Penteado, a Fundação Joaquim Nabuco e a sociedade civil brasileira se irmanam àqueles que querem completar a tarefa de remoção dos resquícios da escravidão.
Enquanto houver um brasileiro ou uma brasileira sem educação de qualidade, sem acesso pleno à saúde pública qualificada, sem emprego, sem moradia, sem as condições básicas de cidadania, estaremos aqui, Joaquim Nabuco, nesta tribuna, lutando pela transformação social, como você queria no final do Império, no início da República.
Procuraremos honrar, Joaquim Nabuco, aquele seu mandato, tantas vezes conferido pelo povo de Pernambuco. Através da coerência e do compromisso com o povo brasileiro, faremos deste País uma nação íntegra, em que ninguém tenha cidadania pela metade, em que todos, ex-escravos e ex-colonizadores, sejamos iguais, não apenas na lei, mas materialmente iguais. Esse é o compromisso, Joaquim Nabuco e todos os seus herdeiros, de todos nós que aqui procuramos honrar a tribuna que já lhe pertenceu.
Obrigado, Joaquim Nabuco.”
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Dilma, primeira mulher presidente do Brasil
A vitória de Dilma Rousseff, primeira mulher a presidir o Brasil, na avaliação do deputado Maurício Rands, representa um grande avanço. "Depois da eleição do primeiro operário, a população brasileira elege a primeira mulher presidente. além da quebra de mais um pardigma, mostra que a população brasileira confia na capacidade das mulheres e deseja a continuação de um projeto político que une desenvolvimento econômico e inclusão social".
Maurício Rands espera que a vitória de Dilma estimule a participação de mais mulheres na política, onde os homens ainda são a grande maioria. "É importante que cada vez mais as mulheres ocupem mais cargos no legislativo e executivo, para que a representação política,
seja mais equilíbrada".
"Minha expectativa é que a presidente Dilma, além de dar continuidade ao governo do presidente Lula, que tem aprovação de mais de 80% da população, avance ainda mais nas conquistas sociais, no aprimoramento das instituições, na melhoria da infraestrutura e na modernização da administração pública, para que o país tenha crescimento sustentável", concluiu Rands.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Obrigado Pernambuco!
"Pela terceira vez tive a honra de ser eleito representante de Pernambuco na Câmara dos Deputados. Mais de 126 mil pernambucanos, do Litoral ao Sertão sufragaram o número 1310.
A responsabilidade é grande, mas aumentou também a vontade de continuar trabalhando pelo avanço da cidadania, pela melhoria das condições de vida de nosso povo, pelo desenvolvimento do Estado e pelas reformas que o Brasil precisa para continuar crescendo.
Para o governo do Estado, Eduardo Campos obteve o maior percentual de votos de todo país. Para o Senado foram eleitos Humberto, o primeiro senador do PT de Pernambuco, e Armando Monteiro, ambos com grande votação.
A hora agora é de arregaçar as mangas e reforçar, no segundo turno, a campanha da companheira Dilma, para que o projeto de mudanças, iniciado por Lula em 2003, possa avançar."
Maurício Rands
sábado, 2 de outubro de 2010
Dia do Voto!
Finalmente o Brasil vai novamente às urnas. É dia de escolher nossos representantes às Assembleias Legislativas, Câmara dos Deputados, Senado Federal, Governos Estaduais e Presidência da República.
Com Lula o Brasil melhorou, fato que não é contestado pela oposição. Claro, os números não mentem: a economia cresceu, mais de 24 milhões de novos empregos foram criados, o salário mínimo teve aumento real de mais de 60%, a renda dos brasileiros melhorou e o país passou a ser mais respeitado no cenário internacional.
Claro, há muito ainda a fazer. Precisamos das reformas política, tributária, do judiciário, sindical e trabalhista, da administração pública, entre outras, para que o país possa atrair novos investimentos e crescer ainda mais.
O deputado federal MAURÍCIO RANDS, aliado de Lula e Eduardo, está na política por vocação, tem passado limpo e teve o reconhecimento de entidades que acompanham e fiscalizam de perto o parlamento brasileiro. Por seu trabalho, MAURÍCIO RANDS foi eleito pelos jornalistas, em 2008 e 2010, um dos sete melhores deputados do Brasil. Foi finalista, nos últimos quatro anos, do PRÊMIO CONGRESSO EM FOCO, por seu desempenho como representante da população. Foi também apontado, por sete anos consecutivos, pelo DIAP, entre os "100 Cabeças do Congresso".
MAURÍCIO RANDS é autor e relator de leis importantes:
EMENDA CONSTITUCIONAL 51 - garantiu o trabalho de mais de 400 mil agentes de saúde e de combate às endemias e a continuidade do PSF - Programa de Saúde da Família, que atende mais de 100 milhões de brasileiros;
LEI Nº 11.350/2006 - regulamenta a profissão dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias;
LEI 11.187/2005 - agiliza as ações na Justiça ao estabelecer critérios para apresentação de Agravo Retido e Agravo de Instrumento;
LEI 12.089/2009 - proíbe a dupla matrícula nas instituições de ensino público superior, possibilitando a abertura de milhares de novas vagas nas universidades públicas;
LEI 11.417/2006 (Súmula Vinculante) - obriga o juiz de 1ª instância a seguir as decisões consolidadas pelo STF, agilizando e diminuindo as ações na Justiça;
LEI 11.441/2007 - permite a separação, divórcio e partilha de bens consensuais em cartórios, evitando longa espera de decisão judicial e diminuindo em 30% a quantidade de processos nas varas de famílias;
LEI 12.286/2010 - proclama Olinda, Capital Simbólica do Brasil. Todo o dia 27 de janeiro de cada ano teremos comemoração para lembrar que Olinda é a Capital Simbólica do Brasil. Além de resgatar a cultura e a história, a lei vai atrair turismo e recursos para a cidade.
Por seu trabalho, competência, idealismo e dignidade vote: MAURÍCIO RANDS, FEDERAL, 1310.
Senadores: HUMBERTO 130 e ARMANDO 140
Governador: EDUARDO 40
Presidente: DILMA 13
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- Recife, Pernambuco, Brazil
- Maurício Rands, recifense, advogado e professor universitário, 50 anos, casado, dois filhos, eleito em 2010 para o terceiro mandato de deputado federal, pelo Partido dos Trabalhadores, representando Pernambuco. Está licenciado do cargo. Atualmente, assume a Secretaria do Governo na gestão do governador Eduardo Campos.
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Labour Relations and the New Unionism in Contemporary Brazil



