quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Eduardo firma parceria com BID para saneamento da bacia do Rio Ipojuca
A visita do governador Eduardo Campos ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) rendeu mais que a apresentação de palestras para a diretoria-executiva e gerentes de gestão do Banco. Em reunião com o presidente do BID, Luis Alberto Moreno, o governador conseguiu acertar a liberação de US$ 200 milhões (cerca de R$ 355 milhões) para as obras de saneamento da bacia do Rio Ipojuca. O Estado vai entrar com uma contrapartida de US$ 130 milhões. A ação vai melhorar a qualidade da água do manancial do rio, um dos mais poluídos do estado. Cerca de 80% dos recursos serão utilizados nas ações de saneamento para evitar que o esgoto das cidades vá para o rio. Os 20% restantes serão empregados em ações socioambientais, educadoras e de apoio na elaboração dos 13 planos municipais de saneamento das cidades contempladas pelo projeto. O secretário do Governo, Maurício Rands, integra a comitiva que acompanha o governador na missão.
"Vamos beneficiar cerca de 2,3 milhões de pernambucanos que vivem em 13 cidades que margeiam o Rio Ipojuca. É uma grande intervenção, que visa evitar a degradação do nosso meio ambiente com obras definitivas e ações socioeducativas", afirmou Eduardo. O projeto também prevê o fortalecimento institucional da Compesa através da implantação de um sistema de gestão ambiental da empresa. Com a medida espera-se reduzir e controlar os impactos de seus processos e serviços no meio ambiente. O contrato será assinado dentro de 60 dias. A ação vai beneficiar os municípios de: Belo Jardim, Bezerros, Caruaru, Chã Grande, Escada, Gravatá, Ipojuca, Poção, Primavera, Sanharó, São Caetano, São Lourenço da Mata e Tacaimbó.
CASE DE SUCESSO - Em seu primeiro dia de agenda administrativa em Washington, o governador atendeu o convite do BID para mostrar o modelo de gestão implantado em Pernambuco e as mudanças em curso na economia do estado. "Convidamos o senhor aqui por entender que o Governo de Pernambuco é um exemplo de sucesso, pois alcança a verdadeira concepção de um governo democrático ao utilizar modernas ferramentas de gestão", disse Moreno.
Foram duas palestras: uma para o presidente e para a diretoria-executiva e outra para os gerentes de gestão do Banco. Em quase duas horas, Eduardo discorreu sobre o Todos por PE, o Mapa da Estratégia e os resultados obtidos nos investimentos feitos em saúde, educação, segurança pública e outras áreas.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Comitiva pernambucana, em Washington, se reunirá com presidente do Banco Mundial
O governador Eduardo Campos desembarca nesta quarta-feira, em Washington, para uma série de compromissos administrativos na capital dos Estados Unidos. Convidado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento para apresentar Pernambuco, Eduardo vai aproveitar a viagem para reunir-se com o presidente do Banco Mundial (BIRD), Robert Zoellick.
Maurício Rands, secretário do Governo responsável pela coordenação, planejamento, articulação e execução de programas e projetos de cooperação nacional e internacional, integra a comitiva pernambucana junto ao secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar, e a primeira-dama Renata Campos.
Maurício Rands, secretário do Governo responsável pela coordenação, planejamento, articulação e execução de programas e projetos de cooperação nacional e internacional, integra a comitiva pernambucana junto ao secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar, e a primeira-dama Renata Campos.
“É importante estreitar os laços com essas instituições financeiras a fim de garantir recursos que possam tocar obras e manter o desenvolvimento econômico de Pernambuco”, explicou Eduardo.
O governador fará duas apresentações. A primeira sobre o momento econômico vivido por Pernambuco e a segunda sobre o modelo de gestão implantado no estado. A comitiva deixa Washington na segunda-feira (23).
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Segov – Gestão Democrática e Transparente
A partir de hoje, a Secretaria do Governo de Pernambuco (Segov) disponibiliza na internet seu novo site com mais informações e ações do órgão que integra a administração pública direta de Pernambuco, respondendo pela Articulação Nacional, Articulação Internacional e Programa de Parcerias Público-Privadas. O novo site e redes sociais da Secretaria do Governo reforçam ainda mais a preocupação de um contato ativo com o cidadão pernambucano.
Conheça o novo site da Secretaria do Governo de Pernambuco!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Prefeitos animados com novo acesso
Folha de Pernambuco
07/01/2012
Aline Vieira Costa
Aline Vieira Costa
Prefeitos de cidades do Litoral Norte já se mostram animados com a proposta de uma nova via de acesso à Ilha de Itamaracá. É que a alternativa promete desafunilar o trânsito da BR-101, em Igarassu, e ainda sugere escoar a produção de Goiana e soerguer o turismo daquela região, que há décadas funcionava a todo vapor. A idéia é ligar Maria Farinha (em Paulista) á Ilha, através do chamado Eixo de Ligação Viário Norte, que contará com requalificações, duplicações, além de novas vias e pontes.
Para o prefeito de Itamaracá, Rubens Catunda, a novidade chega em boa hora. “A ilha passou por um período de decadência, mas agora os olhos começam a se voltar para ela. Além de lançar fora o entrave do acesso único, a idéia colabora com os projetos de desenvolvimento que temos para o Forte Orange e para a reconstrução de Jaguaribe, por exemplo”, revelou.
A forma como será construído o acesso ainda não foi definida, mas as construtoras Andrade Gutierrez e Galvão Engenharia, autorizadas pelo Governo do Estado a fazerem os estudos de viabilidade, formarão um consórcio nos próximos dias para elaborar um só projeto, estimado em R$ 600 milhões. A via será obra de uma parceria público-privada (PPP), pedagiada, em molde semelhante à do Paiva, entre Jaboatão dos Guararapes e o Cabo de Santo Agostinho.
“Esse tipo de investimento só é feito quando é sabido que haverá lucro. Mas é preciso pensar na sustentabilidade, Turista quer ver belezas naturais, estas que são um grande patrimônio local”, relatou o prefeito de Igarassu, Gesimário Baracho. O prefeito de Paulista, Yves Ribeiro, por sua vez, cogitou até a possibilidade de reativação do Hotel Gavôa. “O ideal é que todos os prefeitos possam participar da formatação do projeto”, sugeriu o prefeito de Itapissuma, Cal Volia. Segundo o técnico da Secretaria do Governo, Alexandre da Maia, críticas e colaborações poderão ser feitas durante consulta pública, após conclusão do estudo.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
PPP do Eixo Viário Norte
Rádio Jovem Cap e Rádio Barreiros noticiam Parceria Público-Privada do Litoral Norte:
Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria do Governo (Segov), estuda criação de novo acesso viário no Litoral Norte através de Parceria Público-Privada (PPP). A rota, com requalificação de vias e construção de pontes, desafogará o trânsito da BR-101. Com a iniciativa, a PPP deve resgatar o turismo nas praias da Região. Estudos de Viabilidade serão apresentados até abril e a administração do sistema será semelhante a da Praia do Paiva.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Litoral Norte receberá PPP
Consórcio fará Estudos de Viabilidade para Parceria Público-Privada (PPP) do Eixo Viário Norte. Trata-se de um projeto viário entre Maria Farinha e Itamaracá, com duplicações, novas vias e pontes, desafogando a BR-101 e servindo também como ligação entre o Litoral Norte e a Região Metropolitana do Recife. Segue clipagem de matérias que noticiam a ação da Secretaria do Governo (Segov)
Jornal do Commercio - PE
04/01/2012 - 07:42
Da Redação
Andrade Gutierrez estuda investimento
Construtora deve se juntar com a Queiroz Galvão e formar um consórcio para construção de novos acessos viários para as praias do Litoral Sul do Estado.
As construtoras Andrade Gutierrez e Galvão Engenharia formarão um consórcio para estudar o novo acesso ao Litoral Norte, batizado de Eixo de Ligação Viário Norte e atualmente estimado em R$ 600 milhões. De uma forma geral, trata-se de um projeto viário para ligar Maria Farinha a Itamaracá, com requalificações, duplicações, novas vias e pontes, criando uma alternativa ao afunilado trecho da BR-101 entre Abreu e Lima e Cruz de Rebouças. O novo caminho servirá tanto para se chegar a Itamaracá quanto para ligar o Litoral Norte à Região Metropolitana do Recife.
A rota exata ainda está em fase preliminar. Mas o objetivo do governo é que o caminho alternativo, via Maria Farinha, saia mesmo do papel. A existência do projeto foi revelada ontem, pelo JC.
O chamado Eixo Viário Norte é uma parceria público-privada (PPP) que, de forma geral, funcionaria de modo semelhante à PPP do Paiva, o acesso à Praia do Paiva, entre Jaboatão dos Guararapes e o Cabo de Santo Agostinho. Lá, uma concessionária mantém e opera o sistema viário, cobrando pedágio aos motoristas.
A Galvão Engenharia foi a primeira a receber autorização do governo para tocar os estudos, estimados em R$ 10,7 milhões. Mas a Andrade fez solicitação de igual teor logo em seguida e também recebeu autorização formal, na semana passada, para conduzir análises semelhantes, a um custo estimado de R$ 5,9 milhões.
As duas construtoras já vinham, porém, mantendo conversações sobre um consórcio. Ontem, o diretor comercial da Andrade Gutierrez, Gabriel Clemente, explicou que na prática as duas construtoras já tomaram a decisão de se unir no projeto. Falta apenas formalizar a parceria. O governo estadual já está a par da situação e deverá aprovar o consórcio na próxima reunião do Conselho Gestor do Programa Estadual de PPPs (CGPE), que vai ocorrer ainda este mês.
A data ainda não está fechada, mas se espera que seja no próximo dia 20.
Clemente informa que ainda não há um traçado final do Eixo Viário Norte, até porque cada construtora tinha seu próprio conceito inicial do projeto. “Dependendo do traçado, pode ter três, dois ou quatro pontes, de Maria Farinha a Itamaracá”, comenta o executivo. Ele diz que prefere se pronunciar sobre a proposta de sistema viário apenas quando os estudos estiverem em um estágio mais consolidado.
A proposta original apresentada pela Galvão Engenharia mostrava um possível traçado duplicado da PE-001 desde a Ponte do Janga até Maria Farinha. Mas a Andrade, por exemplo, estudava a possibilidade de usar como ponto de captação para o sistema viário a PE-022, também em Paulista.
A previsão é de que os resultados dos estudos sejam apresentados ao governo estadual em abril. Se o Estado considerar o projeto viável, vai realizar uma consulta pública e depois licitar o contrato, que envolve a construção, operação e manutenção do sistema, em um prazo de até 30 anos.
A rota exata ainda está em fase preliminar. Mas o objetivo do governo é que o caminho alternativo, via Maria Farinha, saia mesmo do papel. A existência do projeto foi revelada ontem, pelo JC.
O chamado Eixo Viário Norte é uma parceria público-privada (PPP) que, de forma geral, funcionaria de modo semelhante à PPP do Paiva, o acesso à Praia do Paiva, entre Jaboatão dos Guararapes e o Cabo de Santo Agostinho. Lá, uma concessionária mantém e opera o sistema viário, cobrando pedágio aos motoristas.
A Galvão Engenharia foi a primeira a receber autorização do governo para tocar os estudos, estimados em R$ 10,7 milhões. Mas a Andrade fez solicitação de igual teor logo em seguida e também recebeu autorização formal, na semana passada, para conduzir análises semelhantes, a um custo estimado de R$ 5,9 milhões.
As duas construtoras já vinham, porém, mantendo conversações sobre um consórcio. Ontem, o diretor comercial da Andrade Gutierrez, Gabriel Clemente, explicou que na prática as duas construtoras já tomaram a decisão de se unir no projeto. Falta apenas formalizar a parceria. O governo estadual já está a par da situação e deverá aprovar o consórcio na próxima reunião do Conselho Gestor do Programa Estadual de PPPs (CGPE), que vai ocorrer ainda este mês.
A data ainda não está fechada, mas se espera que seja no próximo dia 20.
Clemente informa que ainda não há um traçado final do Eixo Viário Norte, até porque cada construtora tinha seu próprio conceito inicial do projeto. “Dependendo do traçado, pode ter três, dois ou quatro pontes, de Maria Farinha a Itamaracá”, comenta o executivo. Ele diz que prefere se pronunciar sobre a proposta de sistema viário apenas quando os estudos estiverem em um estágio mais consolidado.
A proposta original apresentada pela Galvão Engenharia mostrava um possível traçado duplicado da PE-001 desde a Ponte do Janga até Maria Farinha. Mas a Andrade, por exemplo, estudava a possibilidade de usar como ponto de captação para o sistema viário a PE-022, também em Paulista.
A previsão é de que os resultados dos estudos sejam apresentados ao governo estadual em abril. Se o Estado considerar o projeto viável, vai realizar uma consulta pública e depois licitar o contrato, que envolve a construção, operação e manutenção do sistema, em um prazo de até 30 anos.
Jornal do Commercio - PE
03/01/2012 - 07:27
03/01/2012 - 07:27
Giovanni Sandes
Governo planeja novos acessos ao Litoral Norte
Rodovias terão pedágio, facilitarão a vida dos motoristas e darão nova vida econômica à região.
Uma nova rota rodoviária de acesso ao Litoral Norte, sem necessidade de passar pelo caótico trecho da BR-101 entre Abreu e Lima e Cruz de Rebouças, pode resgatar de vez a Ilha de Itamaracá e revolucionar a praia de Maria Farinha e do Janga, em Paulista. Com autorização do governo estadual, a Galvão Engenharia apresentará até abril os resultados de um estudo para um grande sistema viário hoje avaliado em R$ 600 milhões, que envolve duplicação e requalificação de rodovias, construção de novos trechos de pista e até três novas pontes. A administração do sistema seria como no acesso à Praia do Paiva, com uma empresa responsável pela concessão e pagamento de pedágio pelos motoristas.
“Recebo a notícia com uma surpresa agradável”, diz o prefeito de Itamaracá, Rubens Catunda. Para ele, depois do intenso processo de degradação por que passou, a ilha começa receber projetos que vão integrá-la de vez à Região Metropolitana do Recife e ao Litoral Norte, que receberá megainvestimentos como a fábrica da Fiat, em Goiana.
O novo acesso foi proposto como uma parceria público-privada (PPP), a segunda de um projeto rodoviário no Litoral Norte. A outra, com estudos bem mais adiantados, é o Arco Metropolitano, avaliado em R$ 1,6 bilhão. Ele prevê 100 quilômetros de vias novas e existentes ligando a BR-101 Norte, na altura de Itapissuma, à BR-101 Sul próximo a Fábrica da Caninha 51, em Suape.
Técnico da Secretaria de Governo (Segov), Alexandre da Maia ressalta que a nova PPP ainda está em fase preliminar. “Uma das ideias é que o Arco e o acesso via Itamaracá se comuniquem, formando um sistema turístico e de cargas”, afirma Alexandre.
Hoje, para se chegar a Itamaracá, vindo da região metropolitana, é preciso encarar a BR-101, estrangulada em Abreu e Lima e Cruz de Rebouças, até Igarassu.
A proposta inicial do acesso por Paulista e Itamaracá prevê duplicação da Avenida Carlos José Gueiros Leite a partir da Ponte do Janga até a PE-001 em Maria Farinha. De lá, uma ponte cruzaria o Rio Timbó, ligando Paulista a Cruz de Rebouças aproveitando parte da Estrada de Nova Cruz e um novo traçado que, com outra ponte, sobre o Canal de Santa Cruz, chegará à ilha.
O novo sistema inclui melhorias, em Itamaracá, na PE-001 e PE-035 (principal via da ilha), até o acesso atual por Itapissuma. O estudo apontará se a ligação com a BR-101 será a mesma ou se haverá uma nova via cortando Itapissuma até a BR, na altura da PE-041.
O estudo da Galvão Engenharia custará R$ 10,7 milhões. A construtora avalia formar consórcio com a Andrade Gutierrez. O estudo será entregue ao Estado, que pode ou não licitar o contrato de construção, manutenção e operação do sistema por 30 anos.
“Recebo a notícia com uma surpresa agradável”, diz o prefeito de Itamaracá, Rubens Catunda. Para ele, depois do intenso processo de degradação por que passou, a ilha começa receber projetos que vão integrá-la de vez à Região Metropolitana do Recife e ao Litoral Norte, que receberá megainvestimentos como a fábrica da Fiat, em Goiana.
O novo acesso foi proposto como uma parceria público-privada (PPP), a segunda de um projeto rodoviário no Litoral Norte. A outra, com estudos bem mais adiantados, é o Arco Metropolitano, avaliado em R$ 1,6 bilhão. Ele prevê 100 quilômetros de vias novas e existentes ligando a BR-101 Norte, na altura de Itapissuma, à BR-101 Sul próximo a Fábrica da Caninha 51, em Suape.
Técnico da Secretaria de Governo (Segov), Alexandre da Maia ressalta que a nova PPP ainda está em fase preliminar. “Uma das ideias é que o Arco e o acesso via Itamaracá se comuniquem, formando um sistema turístico e de cargas”, afirma Alexandre.
Hoje, para se chegar a Itamaracá, vindo da região metropolitana, é preciso encarar a BR-101, estrangulada em Abreu e Lima e Cruz de Rebouças, até Igarassu.
A proposta inicial do acesso por Paulista e Itamaracá prevê duplicação da Avenida Carlos José Gueiros Leite a partir da Ponte do Janga até a PE-001 em Maria Farinha. De lá, uma ponte cruzaria o Rio Timbó, ligando Paulista a Cruz de Rebouças aproveitando parte da Estrada de Nova Cruz e um novo traçado que, com outra ponte, sobre o Canal de Santa Cruz, chegará à ilha.
O novo sistema inclui melhorias, em Itamaracá, na PE-001 e PE-035 (principal via da ilha), até o acesso atual por Itapissuma. O estudo apontará se a ligação com a BR-101 será a mesma ou se haverá uma nova via cortando Itapissuma até a BR, na altura da PE-041.
O estudo da Galvão Engenharia custará R$ 10,7 milhões. A construtora avalia formar consórcio com a Andrade Gutierrez. O estudo será entregue ao Estado, que pode ou não licitar o contrato de construção, manutenção e operação do sistema por 30 anos.
Jornal do Commercio - PE
03/01/2012 - 07:29
Da Redação
Para evitar o “efeito Suape”
Com certeza esse novo projeto traz grande valorização, tanto para Itamaracá quanto para Maria Farinha. A PE-001 em Maria Farinha vive congestionada.
O novo acesso viário ao Litoral Norte trará a oportunidade de um crescimento planejado, algo que não se viu no Complexo de Suape e no Litoral Sul, cujo os acessos demandaram e demandam obras urgentes de ampliação e melhora de rodovias.
A expectativa é que, junto da tão sonhada transferência dos presos de Itamaracá para um complexo prisional em Itaquitinga, o novo e milionário projeto viário faça renascer o turismo e o mercado imobiliário em Itamaracá, Maria Farinha e Janga.
“Com certeza esse novo projeto traz grande valorização, tanto para Itamaracá quanto para Maria Farinha. A PE-001 em Maria Farinha vive congestionada. Com a duplicação, a coisa seria bem diferente. Se o novo sistema puder realmente evitar a BR-101 Norte entre Abreu e Lima e Cruz de Rebouças, por dentro de Itamaracá, o fluxo para o Litoral Norte ficará mais rápido e a mobilidade vai melhorar muito”, afirma o vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-PE), Félix Sá.
Para Félix, a manifestação de interesse feita por uma empresa privada, a Galvão Engenharia, mostra que o projeto é viável. É o mesmo que pensa o presidente da Associação dos Hoteleiros de Itamaracá (Ahita), Gustavo Calheiros.
Na ilha sobraram apenas 14 meios de hospedagem, sendo três hotéis e o resto pousadas e chalés. “O turista precisa de acesso e agilidade. Mas há um funil na Ponte Presidente Vargas e em Itapissuma, que tem casas sem calçada, quase na rua. Quando engarrafa ali, engarrafa por 6 ou 7 quilômetros”, reforça Gustavo.
Folha de Pernambuco
A expectativa é que, junto da tão sonhada transferência dos presos de Itamaracá para um complexo prisional em Itaquitinga, o novo e milionário projeto viário faça renascer o turismo e o mercado imobiliário em Itamaracá, Maria Farinha e Janga.
“Com certeza esse novo projeto traz grande valorização, tanto para Itamaracá quanto para Maria Farinha. A PE-001 em Maria Farinha vive congestionada. Com a duplicação, a coisa seria bem diferente. Se o novo sistema puder realmente evitar a BR-101 Norte entre Abreu e Lima e Cruz de Rebouças, por dentro de Itamaracá, o fluxo para o Litoral Norte ficará mais rápido e a mobilidade vai melhorar muito”, afirma o vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-PE), Félix Sá.
Para Félix, a manifestação de interesse feita por uma empresa privada, a Galvão Engenharia, mostra que o projeto é viável. É o mesmo que pensa o presidente da Associação dos Hoteleiros de Itamaracá (Ahita), Gustavo Calheiros.
Na ilha sobraram apenas 14 meios de hospedagem, sendo três hotéis e o resto pousadas e chalés. “O turista precisa de acesso e agilidade. Mas há um funil na Ponte Presidente Vargas e em Itapissuma, que tem casas sem calçada, quase na rua. Quando engarrafa ali, engarrafa por 6 ou 7 quilômetros”, reforça Gustavo.
Folha de Pernambuco
04/01/2012
André Clemente
PPP de Goiana depende da Fiat
A mudança da estrutura econômica de Goiana com o anúncio da instalação da fábrica da Fiat na cidade terá mais um desdobramento. O estudo que indicará a viabilidade para a construção de um potencial complexo formado por porto e aeroporto, no Litoral Norte de Pernambuco, vai ficar para o março. Já é o quarto atraso solicitado pelas consultorias Promon Engenharia e STR Projetos, que estão à frente do levantamento.
"A chegada da montadora em Goiana precisará ser contemplada no estudo. A Parceria Público-Privada (PPP) vai vigorar por 35 anos, período por onde passarão vários governadores. E os conceitos têm que se manter firmes. A visão de futuro necessita ser muito bem planejada para que esse contrato não sofra nenhum abalo por questões políticas", disse o gerente de Assessoria Técnica da Secretaria de Governo, Alexandre da Maia.
"A nova dinâmica, que já começou a acontecer, como a alta valorização imobiliária, foi determinante para a prorrogação. A Fiat vai afetar receitas projetadas no local. Por isso, será feita essa adequação", pontuou o gestor. O investimento do complexo, chamado de pe2 - polo ecologístico - ficaria perto de R$ 3 bilhões, segundo a Proposta de Manifestação de Interesse (PMI) enviada ao Estado no primeiro semestre de 2011.
O complexo deve ser implementado na Ilha de Itapessoca, em Goiana. Segundo o gerente, o projeto atual não especifica os dois equipamentos. "O estudo que dirá se há condições para os dois. A corrente marítima precisa ser estudada, por exemplo. A formação de bancos de areia impossibilita navegações de grande porte", detalhou.
PEDÁGIO
A proposta de interesse de uma PPP que prevê a implantação de um acesso viário para Itamaracá será entregue nos próximos dias ao Governo do Estado. A ideia é embrionária e passará por aprovação do Comitê Gestor do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas (CGPE). A proposta é fruto do consórcio formado pela Andrade Gutierrez e Galvão Engenharia, que pode ser formalizado em breve.
As duas construtoras chegaram a receber autorização do Governo para iniciar estudos paralelos, que custariam cerca de R$ 6 milhões e R$ 10 milhões, respectivamente. Agora, a intenção é que o estudo seja feito pelo novo consórcio. Seria o segundo pedágio do Estado, que já conta com um na Praia do Paiva.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Entrevista à Rádio Folha (Balanço de Ações)
Em entrevista à Rádio Folha - Programa Folha Política (22/12) - o secretário Maurício Rands faz balanço de ações da Secretaria do Governo e destaca sua tríplice função: coordena e preside o Comitê Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas (CGPE), além de ser responsável pela articulação nacional e internacional do Estado.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
A universalização do saneamento na Região Metropolitana
Por Maurício Rands
Menos de 30% dos moradores da RMR do Recife têm acesso a saneamento. No país inteiro os investimentos públicos em saneamento têm sido insuficientes para fazer face à urbanização crescente, com graves consequências para a saúde pública. Na RMR do Recife, cuja população em uma década será de cerca de 4,5 milhões de habitantes , este deficit deixa mais de dois terços na exclusão. Estima-se que o atual modelo de investimentos da Compesa seria capaz de universalizar o atendimento a esta população somente em 30 anos. Alguns estudos sugerem que o impacto positivo do saneamento na saúde da população guarda a proporção de 1 para 4. Ou seja, para cada real investido em saneamento, a sociedade economiza outros quatro em despesas de saúde.
Pernambuco passa por um momento especial de desenvolvimento social e econômico. Os investimentos que aqui estão chegando aumentarão ainda mais a densidade dos aglomerados urbanos de trabalhadores e prestadores de serviços que demandarão grandes investimentos em saúde, educação, segurança, meio-ambiente e moradia. As obras de abastecimento d’água e esgotamento sanitário precisarão de recursos que hoje não são suficientes nem mesmo para resolver o deficit herdado de períodos em que a população mais pobre nem sempre era prioridade. Quem dirá para fazer face a necessidades exponencialmente crescentes?
Por este motivo, o Governo do Estado tomou a iniciativa de buscar soluções capazes de fazer face ao grande desafio de ampliar o acesso ao saneamento. Parte da constatação de que o atual ritmo de investimentos não vai dar conta da imensa tarefa. É preciso ousar e buscar novos paradigmas que viabilizem os serviços a um maior número de pernambucanos no menor espaço de tempo possível. É preciso buscar novos modelos de gestão que superem os limites do atual. Os que vivem em bairros sem saneamento não podem esperar por soluções de um modelo que há muitas décadas não tem sido capaz de prover-lhes serviços tão essenciais.
Pernambuco hoje é pioneiro em seu programa de parcerias público-privadas que começaram com a bem-sucedida experiência de Paiva, já são realidade no presídio de Itaquitinga, e avançam com a Cidade da Copa. Agora, com o lançamento à consulta pública da PPP do Saneamento, feito no dia 15/12, o Governo do Estado dá um importante passo para utilizar esta moderna ferramenta gerencial para o equacionamento de um problema tão crônico. Em apenas 12 anos, cerca de 4,5 milhões de habitantes da RMR e de Goiana terão esgotamento sanitário.
A maior obra de saneamento e a maior PPP do país. A primeira PPP em saneamento que servirá de paradigma para outros aglomerados urbanos. O controle público será alinhado à maior capacidade de alavancagem de recursos pelos investidores privados. A maior velocidade dos procedimentos previstos na Lei Federal 11.079/2004 e na Lei Estadual 12.765/05, ao lado da menor burocratização, são fatores que recomendam a opção pela modalidade PPP. A política tarifária estadual continuará a ser respeitada. As 288 mil famílias que hoje pagam a tarifa social (R$5,25 por água e saneamento) e antes pagavam R$ 8,56 pelos dois serviços continuarão a ter direito àquela tarifa mais módica. As contas serão fornecidas e cobradas pela Compesa que, ao final dos 35 anos da concessão, receberá de volta todas as redes de esgoto, estações de tratamento e demais equipamentos.
Os investidores privados que ganharem a licitação que se sucederá à consulta pública farão investimentos no montante de R$ 3,3 bilhões e naturalmente serão remunerados com parte das tarifas arrecadadas pela Compesa. O poder público entrará com as redes atuais e os novos investimentos em valores totais de cerca de R$ 1 bilhão. Os empregos dos compesianos estarão preservados, ao tempo em que o nível geral de emprego no setor será substancialmente ampliado pelo aumento significativo da rede de serviços à população. Os atuais trabalhadores compesianos, aliás, poderão se concentrar mais na execução dos serviços de abastecimento de água que também estão sendo ampliados, como atestam a obra de Pirapama e suas adutoras que estão eliminando o racionamento de água na RMR. É neste quadro que se coloca o debate. Aos que não estão dispostos a ousar em novos paradigmas, talvez seja útil indagar como se sentem os milhões de pernambucanos que hoje vivem sem saneamento e certamente assim continuariam por mais outras décadas.
Crédito: Anghelus Eventos
*Artigo publicado originalmente no site www.pernambuco247.com.br
Menos de 30% dos moradores da RMR do Recife têm acesso a saneamento. No país inteiro os investimentos públicos em saneamento têm sido insuficientes para fazer face à urbanização crescente, com graves consequências para a saúde pública. Na RMR do Recife, cuja população em uma década será de cerca de 4,5 milhões de habitantes , este deficit deixa mais de dois terços na exclusão. Estima-se que o atual modelo de investimentos da Compesa seria capaz de universalizar o atendimento a esta população somente em 30 anos. Alguns estudos sugerem que o impacto positivo do saneamento na saúde da população guarda a proporção de 1 para 4. Ou seja, para cada real investido em saneamento, a sociedade economiza outros quatro em despesas de saúde.
Pernambuco passa por um momento especial de desenvolvimento social e econômico. Os investimentos que aqui estão chegando aumentarão ainda mais a densidade dos aglomerados urbanos de trabalhadores e prestadores de serviços que demandarão grandes investimentos em saúde, educação, segurança, meio-ambiente e moradia. As obras de abastecimento d’água e esgotamento sanitário precisarão de recursos que hoje não são suficientes nem mesmo para resolver o deficit herdado de períodos em que a população mais pobre nem sempre era prioridade. Quem dirá para fazer face a necessidades exponencialmente crescentes?
Por este motivo, o Governo do Estado tomou a iniciativa de buscar soluções capazes de fazer face ao grande desafio de ampliar o acesso ao saneamento. Parte da constatação de que o atual ritmo de investimentos não vai dar conta da imensa tarefa. É preciso ousar e buscar novos paradigmas que viabilizem os serviços a um maior número de pernambucanos no menor espaço de tempo possível. É preciso buscar novos modelos de gestão que superem os limites do atual. Os que vivem em bairros sem saneamento não podem esperar por soluções de um modelo que há muitas décadas não tem sido capaz de prover-lhes serviços tão essenciais.
Pernambuco hoje é pioneiro em seu programa de parcerias público-privadas que começaram com a bem-sucedida experiência de Paiva, já são realidade no presídio de Itaquitinga, e avançam com a Cidade da Copa. Agora, com o lançamento à consulta pública da PPP do Saneamento, feito no dia 15/12, o Governo do Estado dá um importante passo para utilizar esta moderna ferramenta gerencial para o equacionamento de um problema tão crônico. Em apenas 12 anos, cerca de 4,5 milhões de habitantes da RMR e de Goiana terão esgotamento sanitário.
A maior obra de saneamento e a maior PPP do país. A primeira PPP em saneamento que servirá de paradigma para outros aglomerados urbanos. O controle público será alinhado à maior capacidade de alavancagem de recursos pelos investidores privados. A maior velocidade dos procedimentos previstos na Lei Federal 11.079/2004 e na Lei Estadual 12.765/05, ao lado da menor burocratização, são fatores que recomendam a opção pela modalidade PPP. A política tarifária estadual continuará a ser respeitada. As 288 mil famílias que hoje pagam a tarifa social (R$5,25 por água e saneamento) e antes pagavam R$ 8,56 pelos dois serviços continuarão a ter direito àquela tarifa mais módica. As contas serão fornecidas e cobradas pela Compesa que, ao final dos 35 anos da concessão, receberá de volta todas as redes de esgoto, estações de tratamento e demais equipamentos.
Os investidores privados que ganharem a licitação que se sucederá à consulta pública farão investimentos no montante de R$ 3,3 bilhões e naturalmente serão remunerados com parte das tarifas arrecadadas pela Compesa. O poder público entrará com as redes atuais e os novos investimentos em valores totais de cerca de R$ 1 bilhão. Os empregos dos compesianos estarão preservados, ao tempo em que o nível geral de emprego no setor será substancialmente ampliado pelo aumento significativo da rede de serviços à população. Os atuais trabalhadores compesianos, aliás, poderão se concentrar mais na execução dos serviços de abastecimento de água que também estão sendo ampliados, como atestam a obra de Pirapama e suas adutoras que estão eliminando o racionamento de água na RMR. É neste quadro que se coloca o debate. Aos que não estão dispostos a ousar em novos paradigmas, talvez seja útil indagar como se sentem os milhões de pernambucanos que hoje vivem sem saneamento e certamente assim continuariam por mais outras décadas.
Crédito: Anghelus Eventos
*Artigo publicado originalmente no site www.pernambuco247.com.br
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
“Fizemos desenvolvimento capaz de incluir as pessoas”
O secretário do Governo, Maurício Rands, concedeu, hoje, entrevista à Rádio Folha. Durante a entrevista, Maurício destacou sua tríplice função no Governo de Pernambuco onde coordena e preside o Comitê Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas (CGPE), além de ser responsável pela articulação nacional e internacional de Pernambuco, principal atribuição da Secretaria do Governo (Segov). “Acho que a Segov foi criada num momento muito oportuno. Pernambuco começa a ser destino de investimentos não só no cenário nacional, mas também internacional”, ressaltou Maurício.
Rands, que responde pelas relações internacionais de Pernambuco na condição de secretário do Governo, comentou sua missão em Londres, capital mundial em termos econômicos, onde representou o Estado em evento promovido pelo BNDES sobre oportunidades de investimentos, reunindo gestores e investidores com larga experiência em PPPs.
Maurício também destacou a gestão participativa e igualitária da atual administração. “Atuamos para realizar os valores de desenvolvimento que sejam capazes de incluir as pessoas”.
A respeito da PPP de Saneamento, o secretário reconheceu o trabalho das equipes do Governo Eduardo Campos no trabalho feito para viabilizar o projeto de universalização do esgotamento sanitário da Região Metropolitana do Recife (RMR) e Goiana. “Se fôssemos com toda aquela burocracia, estudos mais otimistas dizem em 30 anos, alguns, em 60 anos”, acrescentou. Segundo Maurício, ao estruturar uma PPP, o prazo de execução das obras passa para 12 anos.
Dentre os investimentos no litoral norte enfatizou a Fiat, Arco Metropolitano e Centro de Ressocialização de Itaquitinga. O município terá o primeiro presídio do Brasil construído por meio de PPP, com prazo de inauguração para meados do segundo trimestre de 2012. “O ministro (da Justiça) José Eduardo Cardozo fala que seria um modelo para adaptar no Brasil. Situação diferenciada em termos de presídios. Aquele dogma que dizia ‘ninguém quer receber presídio’, a matéria do Valor Econômico mostra que a vinda de um presídio tende a gerar atividade econômica maior, além de recursos, de tributos”, defendeu Maurício. Com o complexo prisional, a penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá, será desativada.
Por fim, perguntado sobre os desafios da Secretaria do Governo para 2012, Maurício Rands respondeu que continuará “tocando com a Secretaria de Recursos Hídricos o programa da PPP de saneamento”, a possível PPP de requalificação da PE-01 além de um programa na área de transportes “que vai ajudar a alavancar o desenvolvimento que Pernambuco experimenta”, o Caminhos de Pernambuco.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Mauricio Rands concede entrevista ao CBN Total
O secretário do Governo, Maurício Rands, concede entrevista ao jornalista Aldo Vilela e à repórter Bruna Serra, no programa CBN Total, em 20/12/2011.
Tópicos da Entrevista:
*PPP
“É uma grande ferramenta moderna de gestão publica. Sabemos que o estado brasileiro foi feito para as coisas não acontecerem. O estado do fazer e o estado do controle são dois estados que nem sempre se comunicam no Brasil e que muitas vezes andam se cancelando mutuamente. A pessoa que não têm saneamento, boa escola. O que querem? Que o estado chegue ao bairro dela com eficiência. Na Câmara Federal, votei a favor da Lei 11.079, do ano de 2004, que institui normas gerais para as PPPs. Trata-se de uma experiência iniciada pelos britânicos. Virei admirador do espírito prático dos ingleses quando concebem as instituições públicas pensando em rapidez, praticidade. Em Pernambuco, temos a Lei 12.765 (janeiro de 2005) que regula essas parcerias. Qual é a consequência prática? O Brasil tem um estado que precisa fazer muitas coisas e não dá as respostas. Hoje, há obstáculos burocráticos. Na PPP, o governo diz ao mercado: ‘Vocês querem construir Itaquinga? Querem construir a Arena da Copa? Querem universalizar o saneamento básico?’. Então, (por exemplo) ganhamos maior velocidade na execução da obra pública porque as empresas já surgem com os estudos de viabilidade para as obras. Não precisamos ter que elaborar uma licitação para ver quem se habilita a fazer um estudo desse porte.”
*PIONEIRO
“É tudo muito novo no País (em termos de PPPs). Pernambuco é um dos estados que estão a frente nessa questão. Fui para Londres, um encontro com mais de 150 investidores querendo informações sobre Pernambuco, sobre as PPPs. Mostrei o exemplo da Ponte do Paiva, Centro de Ressocialização de Itaquitinga, Arena da Copa. Todos ficaram impressionados com o que temos.”
*PPP - SANEAMENTO
“Vamos acelerar o ritmo das obras de construção da rede de esgoto. Os privados farão investimento da ordem de R$ 3 bilhões e nós, R$ 1 bilhão. Ao todo, serão R$ 4,3 bilhões de investimentos. Será a primeira PPP de saneamento e a maior obra na área no Brasil. Essa iniciativa do governador Eduardo Campos será um farol, um modelo para o País. Mas se eu moro na UR-5, sei quando vai chegar (o esgotamento sanitário)? Existirá um cronograma de investimentos. (...) Do ponto de vista da população, só temos a ganhar. O esgotamento sanitário continuará com a mesma política tarifária, inclusive para as 288 mil famílias que pagam a tarifa social. E se fôssemos contar só com recursos públicos, nos estudos mais otimistas, na melhor das hipóteses, concluiríamos as obras em 30 anos.”
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Comitê Gestor lança consulta pública para PPP de Saneamento
Comitê Gestor de Parcerias Público-Privadas lança consulta pública para PPP de Saneamento. Em entrevista à Rádio Folha, o secretário do Governo, Maurício Rands, ressalta os benefícios da universalização do esgotamento sanitário da Região Metropolitana do Recife, sem onerar a população.
Lançada consulta pública para PPP de Saneamento
Em coletiva de imprensa, o secretário do Governo, Maurício Rands, lança consulta pública para PPP de Saneamento. Reportagem exibida pelo NETV, da Rede Globo, dia 15/12/2011.
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- Recife, Pernambuco, Brazil
- Maurício Rands, recifense, advogado e professor universitário, 50 anos, casado, dois filhos, eleito em 2010 para o terceiro mandato de deputado federal, pelo Partido dos Trabalhadores, representando Pernambuco. Está licenciado do cargo. Atualmente, assume a Secretaria do Governo na gestão do governador Eduardo Campos.
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Labour Relations and the New Unionism in Contemporary Brazil
